Filme: O Extraordinário

Há alguns anos atrás, li o livro que inspirou a produção desse filme (resenha aqui).

Dias depois de ver esse filme, entrei em uma conversa engraçada. Minha amiga me explicava porque ela andava tentando não ver os filmes dos livros que havia lido, ou não ler o livro depois de ter visto o filme. Ela disse que isso estragaria ou o livro ou o filme. Infelizmente, nesse caso, ela estava certa.

Resumão: Auggie é um menino de 10 anos que nasceu com uma deformação facial. Ele nunca foi à escola, até agora. O filme gira ao redor de Auggie, e como é explicado no filme e no livro, ele é o Sol de sua casa. Não apenas por ser um menino brilhante e muito querido, mas também porque exige atenção constante dos pais, já que não tem amigos.  Esse é o clássico filme de domingo para ver com a família: tem seus momentos de risadas e lágrimas, mas é  leve e te deixa com uma vontade de aproveitar a vida.

Comparação: Livro X Filme

Como (quase) sempre, o filme deixou alguns detalhes importantes de lado. Eu, que já havia lido o livro, consegui perceber, mas quem nunca leu, nem vai sentir falta. Faltou explicar a importância da trança que o menino tinha na nuca, por exemplo. Porém foram fiéis aos diálogos e a ordem cronológica do filme. Até as frases de efeito do Auggie no fim do livro foram usadas!

SOBRE O FILME

Adorei como nos fizeram entrar na cabeça do menino, mas sem aquela leitura de pensamentos clichê. Trouxeram o Chewbacca para a história (Auggie ama Star Wars), como um amigo imaginário. Ele aparecia quando o garoto notava todos olhando para ele ou quando tinha que lanchar sozinho, para amenizar a vergonha. Ninguém mais conseguia vê-ló, é claro.

Fiquei extremamente decepcionada ao descobrir que o ator que fez Auggie, Jacob Tremblay, usou maquiagem para criar as deformações. Sei que seria mais difícil encontrar e trabalhar com um menino que realmente tivesse o mesmo problema de Auggie, mas não é exatamente esse o ponto do filme: mostrar que a aparência não te impede de ser quem você quiser? Com certeza deve ter alguém nesse enorme mundo com os problemas de Auggie, e o sonho de ser ator. Perderam uma oportunidade aí. Mas Jacob fez um trabalho incrível, não posso negar. E parabéns aos maquiadores também, as cicatrizes e marcas ficaram incríveis.

Ao sair do cinema, a sensação é de realização, pois Auggie conseguiu sobreviver ao seu primeiro ano na escola e ainda conseguiu ótimos amigos, mas também de culpa. Perdemos tantas oportunidades de fazer amizades, de ajudar, por causa de um preconceito com a aparência ou meros boatos sobre os outros. E pensar que eu poderia ter sido o Jack ou a Summer na vida de alguém, e não fui. Fica essa reflexão para fechar o livro, o filme e esse post.

Até a próxima!

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Filme: Não é mais um final feliz

d6b31ddacdef2d38e8eaec036c91474cJane Lochart (Karen Gillian) é uma adorável e solitária escritora. Seu manuscrito, quase uma biografia, daqueles que faz todo mundo chorar, é recusado por quase todas as editoras. Uma pequena, administrada pelo lindo Tom Duval (Stanley Weber), resolve aceitar, apesar de Tom achar o livro extremamente mal escrito. Os dois vivem uma amizade linda durante o período de revisão, mas quando o livro é finalmente publicado, os dois começam a se odiar.

Jane se torna um sucesso, ganha prêmios e reconhecimento e seu livro ganha o título de best-seller. Nisso, ela começa a ter um relacionamento com um escritor, Willie – apesar de todos odiarem o cara, e também reencontra seu pai. Toda essa felicidade faz com que a menina fique bloqueada, não conseguindo acabar o seu segundo livro. Todos os problemas dela acabaram e, com isso, acabou a criatividade também.

Tom inventa um plano pra tirá-la desse bloqueio, mas não de uma forma muito legal. tumblr_mtt9zhkl161rv3a9bo1_500Enquanto isso, Jane vive tendo visões e conversas com seu personagem ficcional, como se sua protagonista realmente existisse, e ela é com certeza a melhor personagem do filme. Extremamente descolada, destemida, bem diferente de sua autora.

Além da história ser bem bonitinha,  perfeita para a tarde de domingo, as imagens também lindas. O estilo de Jane é maravilhoso,  bem vintage e antiguinho. Seu apartamento é lindamente decorado, mas parece que todas as locações combinam, e ao mesmo tempo fazem Jane se destacar. Na verdade, só parei para assistir esse filme porque as cores dele eram muito lindas.

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Se eu pudesse fazer um filme – digo, dirigir, produzir, escrever o roteiro e tudo mais – ficaria bem parecido com “Não é mais um final feliz”, apesar de o título ser horroroso. Espero que vocês curtam também, e me contem depois 😉

Até a próxima!

 

 

 

5 Motivos para você ler Harry Potter:

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Eu comecei recentemente a ler os livros de Harry Potter e já sinto que posso dizer: não há comparação. Os filmes foram muito bem feitos, mas os livros são um milhão de vezes melhores, apesar do esforço que todos os envolvidos tiveram em transformar a história escrita em longas de uma forma fiel. E aqui vão alguns motivos para você dar um jeito de ler os livros (com certeza algum amigo(a)/conhecido tem, ou tente as bibliotecas):img_7427

  • Detalhes: Milhares de detalhes se perdem no meio do filme ou acabam sendo esquecidos e fazem falta no enredo. Alguns momentos, principalmente no primeiro filme, perderam o seu real sentido por causa de algumas cenas que foram cortadas anteriormente a esse fato. Por exemplo: no primeiro filme não há o momento em que Hermione decifra o desafio de Snape para chegarem até a pedra filosofal, ou seja, parece que Snape não estava realmente protegendo-a.

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  • Personalidade das personagens: apesar de os filmes explorarem bastante esse quesito, alguns acabaram se tornando estereótipos ou apenas sutis. Gina aparece bem de leve nos filmes, enquanto no livro o jeito estranho que age perto de Harry fica muito explícito e óbvio. Snape no livro claramente trata Harry e seus amigos de forma diferente dos alunos na Sonserina, e no filme só parece que ele odeia todo mundo. Além de a maioria dos personagens são explorados de todas as formas, não apenas os principais. Basicamente os coadjuvantes são tão detalhados quanto.
  • Há críticas, metáforas e referências à história mundial o tempo todo, mas elas ficam escondidas. Existe o preconceito com os “sangue-ruins”, os “abortos”, pessoas divididas entre aceitá-los, escravizá-los, matar todos ou simplesmente tolera-los. É como se, em vez de raças e etnias, eles se dividissem em uma hierarquia pela árvore genealógica.

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  • A questão do tempo: os filmes fazem tudo parecer rápido demais. No início das aulas, Hermione não gostava nem de Harry nem do Rony, e eles até tiveram uma discussão sobre isso e demoraram semanas para se desculparem e virarem amigos. No filme isso é tão rápido que mal dá pra notar. E tudo é assim, no livro, as coisas acontecem com calma, detalhadamente e acabam se encaixando melhor.
  • A leitura é muito tranquila. Sério, se você não gosta de ler, essa é a série de livros perfeita. É quase um livro de criança, mas interessante como um suspense. Não há um momento chato ou tedioso, há sempre algo acontecendo, alguma coisa que parece prestes a acontecer, um mistério para resolver ou alguma maluquice que as crianças aprontam. Ah, meus níveis de ansiedade vão às alturas! É difícil parar de ler para dormir, ou fazer qualquer outra coisa.

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img_7415 Então, esses foram os motivos que até agora eu achei para convencer qualquer um a ler a série de livros de Harry Potter (e isso que acabei o segundo livro ontem). Até o fim da série, vários outros posts vão surgir por aqui sobre o assunto…

Beijos e até mais!

 

Filmes: O Bom Dinossauro e Snoopy & Charlie Brown: Peanuts

2016 já começa cheio de novidades para amantes de animações e a tendência é ficar cada fez melhor. Fui ao cinema sem esperar nada desses dois filmes, e me surpreendi de formas muito diferentes em cada um deles.

O Bom Dinossauro

E se os dinossauros nunca tivessem desaparecido? De acordo com a Disney, seria mais ou menos assim: eles seriam os seres desenvolvidos e nós estaríamos no papel dos bichos de estimação, haha. O Bom Dinossauro é um filme mais triste e profundo do que eu esperava, semelhante ao Rei Leão, mas também me arrancou muita risada.

Snoopy & Charlie Brown: Peanuts

Uma comédia muito fofa e bem infantil. É engraçado, e simples, como uma história em quadrinhos. O filme gira em torno do Charlie Brown e da menina ruiva pela qual ele se apaixona e quer muito impressionar e das histórias muito loucas do Snoopy, que ele inventa junto com o Woodstock. Assisti com a minha irmã e só posso dizer que é bem diferente das outras animações que já vi em cinemas.

5 Filmes para assistir nas férias

Com essa sobra de tempo que todo mundo tem nas férias, acabamos ficando um bom tempo no tédio. E nessas horas, nada melhor do que sentar no sofá e assistir um filme qualquer. Pra não errar na escolha, deixo 5 sugestões de filmes, mais pra rir do que qualquer outra coisa.

1- “Família do Bagulho”

Se a Jennifer Aniston já não era motivo suficiente pra assistir esse filme, aqui vai outro: é muito engraçado.  De um forma bem cômica (para ajudar uma sem-teto que estava sendo assaltada), o traficante David Clarck acaba perdendo tudo. E com isso, dá um grande prejuízo pro seu chefe, que o manda em uma missão para trazer uma grande quantidade de maconha do Mexico. Como disfarce, ele cria a família Millers, onde a mãe é uma stripper, o filho é um menino muito ingenuo e a filha é a tal sem-teto rebelde. Preciso dizer que dá tudo errado e que eu ri tipo, demais?

2- “De Mal a Pior” ou “A Minha Casa Caiu”

Não sei porque, mas no Netflix esse filme está como “De Mal a Pior” e fora dele só o achei como “A Minha Casa Caiu”. De qualquer forma, eu adorei. Meghan Miles é uma jornalista com a oportunidade de ser âncora de um telejornal. Porém, na mesma noite em que descobre que não conseguiu o emprego, seu noivo a abandona, levando quase tudo da casa dela. Como toda mulher, ela tem umas amigas loucas para encher a cara e ir pra balada. E depois de descobrir o amor da sua vida, ela acaba em uma rua cheia de prostitutas no meio de Nova York, sem carro, carteira, celular, nada. Durante a sua busca pelo prórpio carro, nos garante muitas risadas e se mete em inúmeras encrencas.

3- Sexo Sem Compromisso

Ok, esse é aquele clichê básico, mas que nunca deixa de ser divertido. Vários altos e baixos emocionais, discussões, barracos, polêmicas, pretendentes ciumentos e um final bem fofinho, e previsível, é claro. Não dá nem pra reclamar, porque se o final fosse outro, todos ficariam revoltados. E assim, Emma e Adam me divertiram por umas 2 horas. Destaque para o CD que ele dá a ela.

4- Será que?

Seguindo a onda de filmes clichês, vem esse com o nosso querido Harry Potter, super fofo, no qual ele interpreta Wallace, um personagem um pouco mais cômico e relaxado. Ele se apaixona pela Chantry, uma menina super fofa, porém tem namorado. Inicialmente, eles ficam como apenas amigos, e descobrem que tem muitas coisas em comum. Desde o início, ela deixa claro que quer ser apenas amiga dele. Porém as circunstâncias não os deixam seguir a vida dessa maneira. Os sentimentos de amizade crescem e evoluem para amor, e aí tudo dá errado. Mas, o final é lindo, bem bobinho, mas ainda assim, lindo. Não é bem uma comédia, mas eu ri com o humor negro e sarcasmo nos diálogos.

5- Ensina-me a Viver

Chega de clichês e piadinhas bobas pra rir. Em “Ensina-me a Viver” temos um amor meio fora do comum entre Harold e Maude. Ele é um menino solitário, rico, e com mania de fingir suicídio (sim, estranho) e ela uma velhinha de 79 anos com espírito de jovem, e uma forma peculiar e despreocupada de ver a vida. Eles se conhecem no funeral de uma pessoa aleatória (ambos adoram ir a esses eventos), e começam a passar os dias juntos. A mãe de Harold começa a pressioná-lo a achar uma mulher para ser sua esposa, e ele encontra formas hilárias de recusar e assustar todas as pretendentes. Enfim ele resolve revelar que escolhe Maude para ser sua esposa, porém sua resposta vai além de um simples “sim ou não”. Este é um dos meus filmes preferidos. Foi lançado em 1971, é um pouco antigo mas muito lindo. Digno de lágrimas e risadas.

Viciada em cinema

Quem nunca chegou no cinema e percebeu que já tinha visto quase todos os filmes, não vai entender o que é amar sentar em uma daquelas cadeiras (que pelo menos pra mim é bem grande) e apreciar cada segundo de um filme qualquer, que talvez nem seja tão bom assim. Eu adoro fazer isso, e por mais que seja verão e Florianópolis esteja lotada, consegui ir alguas vezes.

1. Operação Big Hero

Um filme super fofo sobre um menino do tipo garoto-gênio-prodígio-dos-robôs, chamado Hiro Hamada. Ele com 13 já se formou na escola, e está viciado em lutas de robôs. Seu irmão mais velho, Tadashi, não concorda com a forma que o menino tem conseguido dinheiro (até porque era considerada ilegal), e assim cria um robô inflável para cuidar dele, o Baymax, ou Balãozão como a minha irmã o chama, e ainda consegue convence-lo a ir pra faculdade. Mas após sofrer uma grande perda, Hiro desiste de tudo, e após algum tempo analisando acontecimentos estranhos em sua cidade, ele junta seus amigos e o Baymax para salvar a cidade. Admito que chorei e ri bastante, mesmo o filmes sendo mais pra crianças.

2. Uma Noite No Museu 3 – O Segredo da Tumba

A história desse filme foi tão previsível que eu passei o filme todo com a sensação de já tê-lo visto.  O segurança do museu de Nova York, Larry Daley tem seus amigos que durante a noite ganham vida, e assim vai, aquela história de sempre. Porém, os animais e as estátuas estão perdendo controle sobre suas personalidades, quase que esquecendo que são artefatos de um museu. Isso ocorre porque a placa de ouro que controla toda a magia do local está sendo danificada, e só quem sabe como consertá-la é o faraó que fica no museu de Londres. E lá vão todos eles  para resolver o enigma da placa. Mas é claro que alguém tinha que atrapalhar tudo. Achei bem bobinho, porém dei umas risadas. O final do segurança com o macaquinho é bizarro e totalmente sem noção.

3. Êxodo

O filme conta a história de Moisés, e pra um filme mais religioso, achei bem legal. Moisés é aquele menino hebreu que foi largado no rio Nilo e achado pela irmã do faraó, criado por ela como um filho e quando cresce consegue libertar 400 mil hebreus escravos, pois recebe esta ordem e também conselhos de um deus. Achei bem emocionante, tem até um romance no meio, e me impressionei com a realidade com que a parte das pragas foi retratada, e com ela uma tentativa de explicação racional até mesmo engraçada.

 

Filmes com a Gabi

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Pra quem não sabe, a Gabi, minha amiga, é viciada em filmes. Tem uma coleção com mais de 60 DVD’s e já fez amizade com vários funcionários das locadoras que frequenta. Nossos planos para o final de semana sempre envolvem filmes ou idas ao cinema, já até virou rotina assistir vários, um atrás do outro. E semana passada não foi muito diferente, mas dessa vez eu resolvi compartilhar a minha opinião, já que saímos um pouco do nosso padrão de filmes de menininha, haha.

1. A Sétima Alma     

Não sei porque, mas em todos os filmes que eu vi, o Max Thieriot parece ser o mesmo personagem. Em A Sétima Alma ele é Adam “Bug” Heller, o filho de um “estripador” que foi morto no dia do nascimento de sete crianças da cidade. Ele foi uma delas. O tal assassino tinha 7 personalidades diferentes, e uma delas, era a do cara mal. Reza a lenda que não eram personalidades, e sim almas, e que cada uma delas estava em uma criança nascida no dia de sua morte. Após exatos 16 anos, os assassinatos voltam a acontecer, e os meninos tentam descobrir quem seria o novo “estripador”. Seria ele o pai de Adam, que talvez nunca tenha morrido? Ou a alma do cara malvado se prendeu em uma das crianças? Mas qual delas? Enfim, é uma mistura de suspense com um pouquinho de ironia e comédia. O final tenta ser surpreendente, porém na metade do filme fica meio óbvio que o suspeito não é quem parece ser.

2. Reféns do Desconhecido

Tá, admito que levei alguns sustos Alguns não, vários. O filme se passa num supermercado, durante uma noite comum, até ele ser invadido por uns caras armados e vestidos de preto. Eles fecham tudo e matem alguns reféns com eles, incluindo a enteada de um dos policiais da cidade. Matam algumas pessoas e depois entram em conflito quando um dos seus é morto. As coisas ficam meio loucas e eles começam a fazer testes estranhos com os reféns. O que só descobrimos depois de algum tempo é que, na verdade, os homens de preto são cientistas procurando um alienígena que está infestando a Terra com um vírus. Esse vírus faz os humanos se tornarem parte alienígena também. O final não faz o menor sentido, foi decepcionante, mas tirando isso, foi muito legal. Principalmente quando estavam matando um dos aliens.

3. Quatro Amigas e Um Casamento

Eu sei que disse que tínhamos saído um pouco da rotina de ver filmes de mulherzinha, mas… Nessa comédia, as antigas patricinhas populares do colégio são convidadas para serem madrinhas de casamento da Becky (Rebel Wilson), a menina gordinha que todo mundo zoava. Detalhe: nenhuma delas era casada. Foi um choque quando descobriram que o noivo era o cara perfeito. Regan (Kirsten Dunst), Katie (Isla Fisher) e Gena (Lizzy Caplan) tentam organizar uma festa de despedida de solteira, mas no meio disso acabam drogadas e rasgam o vestido da noiva, um dia antes do grande dia! Na correria de achar uma solução rápida, acabam fazendo cada vez mais besteiras. No final, eu estava com dor na barriga de tanto rir, e feliz porque deu tudo certo.

4. Um Homem de Sorte

Motivos para gostar desse filme: Zac Efron, Zac Efron, e Zachary David Alexander Efron. Mentira, o filme é muito legal, eu ia gostar até mesmo se o protagonista fosse feio. Saindo da zona de conforto do nosso amigo, Zac agora é Logan Thibault, um fuzileiro. No meio da Guerra do Iraque, ele encontra a foto de uma mulher e resolve guarda-la. Depois disso percebe que passou por várias situações perigosas, em algumas até deveria ter morrido, e não sofreu nada em relação a seus companheiros. Considerando um sinal de sorte, resolve ir atrás dessa mulher e acaba trabalhando em um canil junto com ela. Descobre que se chama Beth, tem um filho pequeno e um ex-marido meio maluco. É claro que eles vivem um lindo romance. Quem não se apaixonaria por ele? Mas logo a felicidade deles acaba, já que ele não contou a história da foto, e ela descobriu da pior maneira: acusações falsas do ex-marido maluco que quer voltar. Tudo dá certo no final, mas para que isso aconteça, um ato de heroísmo causa uma triste tragédia. É de chorar.

Sei que a foto lá em cima mostra mais filmes, mas esses foram os únicos  DVD’s que realmente assistimos.

Espero que gostem, até!