Livro: “Como Eu Era Antes de Você”

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Jojo Moyes me impressionou demais! Admito que comprei o livro puramente pela capa. Li as primeiras duas páginas e achei que seria chato. Mas com o desenrolar dos fatos fui ficando cada vez mais apegada a rotina de Will e Lou.

como eu era antes de você

Lou é uma menina um pouco estranha de uma cidade pequena na Inglaterra. Usa roupas coloridas e exóticas demais, e era bem feliz com seu trabalho num café. Porém, ele foi fechado. Ela não sabia mais o que fazer da vida. E assim, Will aparece.

como eu era antes de voce

Will sofreu um acidente há poucos anos e acabou ficando tetraplégico. Um cara que, como ele mesmo diz, amava a vida e agora a odeia profundamente. Lou ganha o emprego de “cuidadora” mas na verdade, seu trabalho é tentar fazê-lo mais feliz.  Uma tarefa quase impossível, considerando as limitações dele e seu desejo de continuar odiando a cadeira de rodas.

como eu era antes de você

Mas Will, além de ser um cara mau humorado, é muito inteligente. E ensina Lou a amar a vida tanto quanto ele amava.  O romance deles se torna algo tão bonitinho, mas sem deixar de ser irreal. Não tem final milagroso, ou sem noção. Mas é feliz, de certa forma. E a cada dia eles vão se conhecendo melhor, e gostando um do outro. Pena que os planos para o futuro de Will são um pouco diferentes do que ela esperava.

como eu era antes de voce

Quem conta a maior parte da história é a Lou, mas em alguns capítulos é o pai, a mãe  ou o médico de Will, e até mesmo a irmã dela. Então, sim, você vai entrar totalmente na história de todos os lados. Uma pena o próprio Will não ter um capítulo mais específico pra si mesmo, ele é um cara bem confuso e alguns fatos de sua vida continuam omitidos ou sem explicação até o fim do livro.

Recomendo pra todo mundo, até mesmo meninos aí que gostem de ler.  Não tem nada de mimimi, é simplesmente fofo por parecer tão não-romântico.  Ah, e vai se tornar filme 😀

 

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Filme: Boyhood

O filme tão falado ultimamente, filmado durante 12 anos, acompanha o crescimento do jovem Ellar Coltrane interpretando Mason da infância a juventude (como o subtítulo do filme informa).

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Ele é um garoto tímido, inicialmente normal, mas que, com os anos e os problemas entre seus pais divorciados e um novo marido da mãe, apresenta um olhar triste e uma mania de se isolar. Enquanto pequeno era viciado em video-games. Com o tempo se apaixona por fotografia.

Mason sofre sozinho. Sua irmã mais velha passa pelos mesmos traumas, mas continua agindo como uma menina comum, e não uma “depressiva”, como ele.  São dilemas e problemas bem comuns como drogas, divórcio, bullying e a realidade de como isso afeta cada um. Ele acaba com poucos amigos, mas parece mais próximo da mãe do que qualquer outra pessoa.

O início do filme é a melhor parte. Dramas familiares, momentos de tristeza e grande felicidade. Mas a medida que o filme vai evoluindo, torna-se monótono e chato. Algumas cenas me pareceram desnecessário, resultando num drama longo demais são quase três horas. Mas é interessante ver como, de uma hora pra outra, os personagens mudam física e psicologicamente. A atuação de todos é impressionante. Acredito que, sendo atores não conhecidos, os jovens impressionaram. A evolução dos personagens é natural, e por mais que sofram mudanças na personalidade, não deixam “ser eles mesmos”.

Por mais que tenha ganhado vários prémios, não acho um filme digno de tanto. A ideia é maravilhosa, realmente. Há muito anos, quando ainda era criança, achava que todos os filmes em que as crianças cresciam eram feitos assim (e até pouco tempo, minha irmã achava o mesmo). Mas, pra mim, filmes que retratam o cotidiano de uma família sem nada de especial são comuns e eu ainda estou na fase de gostar de sair do cinema com um “felizes para sempre” e aquela sensação de esperança e borboletas no estômago. Deixando claro que drama não é o meu gênero preferido.

Não assistiria de novo, mas acho importante pelo menos uma vez com muita paciência e tempo ver como é um filme sobre a melhor e mais rápida época da vida de alguém.

 

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Filme: O Doador de Memórias

Adoro esses filmes que criam todo um mundo novo pra humanidade. Às vezes até imagino se em algum lugar do mundo realmente fazem essas coisas, vai saber, né? Tem tanta gente doida nesse planeta. E também gosto de filmes com a edição um pouco fora do comum, por mais que seja um simples preto-e-branco.

O filme começa totalmente sem cores, mostrando 3 amigos de infância no dia da sua “graduação”. Eles vivem em um mundo muito doido, sem emoções, e com umas regras estranhas tipo “precisão de linguagem” e até mesmo tocar em alguém que não seja da sua família é falta de educação, wtf? Eles não podem nem ouvir música, os dias são todos iguais. Tudo para que o mundo não acabe em guerra novamente. Na teoria me parece um tédio.

Depois de anos estudando as profissões, eles são escolhidos para contribuir na comunidade de alguma forma. E Jonas acaba ficando com a tarefa mais misteriosa. Guardar as memórias do mundo antigo, tanto as coisas boas quanto as ruins, para que estas últimas não se repitam. Começando seu treinamento, tudo parece as mil maravilhas. Mas logo ele percebe que aquele mundo onde vive parece mais emocionante quando você desobedece as regras.  E seu treinamento envolve bastante isso.

Toda a história praticamente parece gritar para que o mundo não se torne assim, sem emoções, todo certinho. Vai até o fim contra os conceitos ruins como inveja, egoísmo… Mas enfatiza a importância do amor e da família. É exatamente o tipo de filme que você acaba de ver e pensa “meu deus, agora eu vou mudar tudo na minha vida, vou mudar o mundo” mas é claro que isso nunca acontece.

O final achei meio subjetivo, não gostei. A medida que o filme evolui, as cores começam a voltar, eu meio que me empolguei e me envolvi demais com o pequeno romance presente, me decepcionando. Mas o filme é emocionante e simplesmente lindo demais pra levar isso em consideração.Não vejo a hora de conseguir o livro. FIquei bastante inspirada e emocionada. Espero que você fique também 🙂

P.S.: A Taylor Swift nem parece ela mesma no filme. Gostei.

 

A Culpa É Das Estrelas

“Alguns infinitos são maiores que outros”

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 Hazel Grace é uma menina com câncer bem solitária. Até que conhece Augustus em uma das reuniões do Grupo de Apoio para crianças com câncer. Ele agita bastante a vida dela, mais do que o esperado para um menino que já sofreu de câncer e não tem uma das pernas. Entre reflexões variadas, viagens e histórias tristes, eles se apaixonam. E não, não se deixe iludir pela coisa toda da doença do casal, eles na verdade têm muitos momentos felizes. Porém admito que no fim eu chorei, e muito. O amor deles é lindo, mesmo com suas peculiaridades.

 Posso dizer que o livro e o filme são praticamente iguais. Alguns pequenos detalhes, não muito relevantes, foram alterados no filme, mas tudo se manteve magnífico. As falas, as ações e as manias de cada personagem foram retratadas fielmente. Quando saí daquela sala de cinema, não vi uma garota que não estivesse chorando. A forma como foi filmado, a atuação dos atores e até a aparência deles se encaixavam. Apesar de não concordar com algumas mudanças, entendo que se fossem retratar cada momento do livro, o filme duraria mais de 3 horas.

 John Green, com toda sua criatividade e habilidade para escrever romances, superou minhas expectativas. Achei que, por ser uma história sobre adolescentes com câncer, se resumiria em ambos sofrendo e quase morando no hospital. Mas não é assim. Não há ninguém com cara de defunto. Nem mesmo quando algum deles tem uma recaída. Não é uma história triste a ponto de te deixar mal por ser saudável. É um Romeu e Julieta do século XXI. Se antigamente o que separa um casal era a família, hoje em dia é a saúde. Ou a falta dela.

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Pela quantidade de frases inspiradoras no livro e a adaptação perfeita do mesmo em filme, posso dizer que meu amor por essa história é mais que infinito. E sempre leiam o livro antes de ver o filme.

As Mil Palavras

Imagem: Reprodução

Eddie Murphy é um dos reis da comédia. Por mais que tenha os mesmos trejeitos em todos os personagens que interpreta, nunca decepciona! As Mil Palavras é um filme que mostra que ele não precisa nem estar falando pra fazer todo mundo rir. As caras e bocas, os gestos, as tentativas de mímica… É tudo muito hilário!

Jack McCall (Eddie) é um cara que fala muito. Muito mesmo. Nunca cala a boca. E muito do que diz é mentira! Um agente literário de sucesso, pena que sua brilhante ideia de comercializar o livro de um guru espiritual muito famoso o faz mentir novamente. E de repente, aparece uma árvore no quintal de sua casa. E a cada palavra que ele fala, uma folha cai… E quando todas as folhas caírem, Jack morrerá.

Por causa disso, ele começa a aprender outras formas de se comunicar, uma mais engraçada que a outra! No final, ele consegue continuar vivo e ainda dá um tapa na cara da sociedade, mostrando que é melhor demonstrar do que falar o que sente. Pois palavras, são como folhas… Elas caem e se perdem no vento. Ui, que poético.

Eu amei demais esse filme. Ri muito, me emocionei e até aprendi um pouco. Eddie foi hilário em todos os momentos e só vendo o trailer já dá pra ter uma idéia de como é o filme. Entrou pra minha lista de filmes preferidos, e futuramente pra minha coleção de DVDs.

Filmes no colégio

Minhas aulas infelizmente começaram nessa segunda-feira. E como todo mundo sabe, estudar não é a coisa mais legal do mundo, como parece nos filmes. Mas não adianta nada ficar reclamando, certo? Certo. E pro ano letivo não começar tão ruim, perdi alguns minutos  de aula pensando nos meus filmes preferidos que se passam em escolas, com estudantes nada normais, e situações não tão comuns. Afinal, ninguém vai pra aula cantando de alegria.

1. High School Musical 3

Ah, mas que surpresa, não? É claro que HSM estaria nessa lista. Atire a primeira pedra quem nunca assistiu um dos filmes! Eu não os vejo faz muito tempo, mas fizeram parte da minha infância e eu guardo um carinho bem grande por todos eles! E também, é claro, porque tem o Zac Efron e ele simplesmente é lindo. O último filme da trilogia é o meu preferido, e é o que menos aparecem roupas horrorosas ou a Gabriella sendo muito sonsa. E pela primeira vez, o Zac realmente canta como Troy.

2. Grease: Nos Tempos da Brilhantina

Um musical clássico muito fofo e hilário, naquele estilo anos 50/60! Sandy (Olivia-Newton John) conhece Danny (John Travolta) durante o verão e eles se apaixonam, mas ela tem que voltar pra Australia. Porém, acaba ficando e estudando na mesma escola que ele! No início, é esnobada pelo menino, que queria se exibir para os amigos. Típico comportamento dos jovens daquela época. Depois de muitas músicas, que John canta de um jeito horrível, extremamente desafinado, o casal troca de estilo. Ela se veste diferente para agrada-lo e ele faz o mesmo! E a clássica música “Your The One That I Want” termina juntando os dois. Eles se formam e vão embora em um carro voador. Não, não faz sentido.

3. Hairspray: Em Busca da Fama

Se Zac Efron e John Travolta já eram lindos separados, imagina juntos? Bem, John não é tão lindO assim… Pois ele é uma mulher gorda, também dos anos 60. Nesse filme, romance não é exatamente o assunto principal…e sim o sucesso, a fama! Tudo acontece em Baltimore, uma cidade que tem um programa de tv muito famoso chamado “The Corny Collins Show” e Tracy Turnblad, uma menina gordinha bem fora dos padrões que tenta quebrar todos os tabus da época, como o racismo e a diferença de classes sociais. Zac Efron é ninguém mais que Link, o galã tanto do programa quanto da escola. E é claro que Tracy gosta dele, e que ele namora a menina mais popular do colégio, a loirinha patricinha e má, Amber. Só que ela não esperava que Tracy fosse virar um sucesso e conseguir tudo o que queria, inclusive Link. É baseado em um musical da Broadway e simplesmente incrível!

5. Clube dos Cinco

Imagine 5 estereótipos de adolescente em uma mesma sala de detenção em pleno sábado tendo que escrever uma redação de mil palavras sobre si mesmos. O valentão, a patricinha, o nerd, a esquisita e o esportista popular. Não dá muito certo… Assim como a habilidade de se divertir e arranjar confusão o tempo todo, pode não parecer, mas eles tem muitas coisas em comum. É um filme de 1985, mas os problemas dos adolescentes não mudam com os anos. Estamos sempre insatisfeitos com nossos pais, notas, professores, enfim, de tudo. E é reclamando da vida que eles se tornam verdadeiros amigos, ou mais que isso…

5 e 6. LOL

Não tão engraçado, nem tão musical, LOL conta a história de Lola (Miley Cyrus quando ainda era normal), uma menina como outra qualquer. Ela vive dias maravilhosos, apaixona-se pelo melhor amigo, tem problemas com a mãe, perde a virgindade, começa a tirar notas ruins e sempre escreve tudo em seu diário. Mas, sua mãe sem querer querendo um dia o lê, e descobre tudo o que não quer descobrir. É um remake de Rindo à Toa (2008), com mais tecnologia, mas os mesmo conflitos. Eu gosto de ambos. São realistas e tem uma trilha sonora cheia de músicas legais.

7. Escola de Rock

Imagina ter um professor desses, que te faz escutar música boa como dever de casa? Eu ia pra escola todo dia cantando, com certeza! Mas só acontece em filmes, mesmo. Jack Black é Dewey Finn, um cantor e guitarrista que finge ser o professor substituto da 5ª série, mas forma uma banda com as crianças e quase vence a Batalha das Bandas. Além de Jack e suas palhaçadas, tem músicas maravilhosas e participação da Miranda Cosgrove bem pequenininha.

Tem tantos outros que eu queria colocar aqui, mas a preguiça é mais forte que eu, deixa pra próxima.

Até!