Filme: Não é mais um final feliz

d6b31ddacdef2d38e8eaec036c91474cJane Lochart (Karen Gillian) é uma adorável e solitária escritora. Seu manuscrito, quase uma biografia, daqueles que faz todo mundo chorar, é recusado por quase todas as editoras. Uma pequena, administrada pelo lindo Tom Duval (Stanley Weber), resolve aceitar, apesar de Tom achar o livro extremamente mal escrito. Os dois vivem uma amizade linda durante o período de revisão, mas quando o livro é finalmente publicado, os dois começam a se odiar.

Jane se torna um sucesso, ganha prêmios e reconhecimento e seu livro ganha o título de best-seller. Nisso, ela começa a ter um relacionamento com um escritor, Willie – apesar de todos odiarem o cara, e também reencontra seu pai. Toda essa felicidade faz com que a menina fique bloqueada, não conseguindo acabar o seu segundo livro. Todos os problemas dela acabaram e, com isso, acabou a criatividade também.

Tom inventa um plano pra tirá-la desse bloqueio, mas não de uma forma muito legal. tumblr_mtt9zhkl161rv3a9bo1_500Enquanto isso, Jane vive tendo visões e conversas com seu personagem ficcional, como se sua protagonista realmente existisse, e ela é com certeza a melhor personagem do filme. Extremamente descolada, destemida, bem diferente de sua autora.

Além da história ser bem bonitinha,  perfeita para a tarde de domingo, as imagens também lindas. O estilo de Jane é maravilhoso,  bem vintage e antiguinho. Seu apartamento é lindamente decorado, mas parece que todas as locações combinam, e ao mesmo tempo fazem Jane se destacar. Na verdade, só parei para assistir esse filme porque as cores dele eram muito lindas.

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Se eu pudesse fazer um filme – digo, dirigir, produzir, escrever o roteiro e tudo mais – ficaria bem parecido com “Não é mais um final feliz”, apesar de o título ser horroroso. Espero que vocês curtam também, e me contem depois 😉

Até a próxima!

 

 

 

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5 Motivos para você ler Harry Potter:

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Eu comecei recentemente a ler os livros de Harry Potter e já sinto que posso dizer: não há comparação. Os filmes foram muito bem feitos, mas os livros são um milhão de vezes melhores, apesar do esforço que todos os envolvidos tiveram em transformar a história escrita em longas de uma forma fiel. E aqui vão alguns motivos para você dar um jeito de ler os livros (com certeza algum amigo(a)/conhecido tem, ou tente as bibliotecas):img_7427

  • Detalhes: Milhares de detalhes se perdem no meio do filme ou acabam sendo esquecidos e fazem falta no enredo. Alguns momentos, principalmente no primeiro filme, perderam o seu real sentido por causa de algumas cenas que foram cortadas anteriormente a esse fato. Por exemplo: no primeiro filme não há o momento em que Hermione decifra o desafio de Snape para chegarem até a pedra filosofal, ou seja, parece que Snape não estava realmente protegendo-a.

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  • Personalidade das personagens: apesar de os filmes explorarem bastante esse quesito, alguns acabaram se tornando estereótipos ou apenas sutis. Gina aparece bem de leve nos filmes, enquanto no livro o jeito estranho que age perto de Harry fica muito explícito e óbvio. Snape no livro claramente trata Harry e seus amigos de forma diferente dos alunos na Sonserina, e no filme só parece que ele odeia todo mundo. Além de a maioria dos personagens são explorados de todas as formas, não apenas os principais. Basicamente os coadjuvantes são tão detalhados quanto.
  • Há críticas, metáforas e referências à história mundial o tempo todo, mas elas ficam escondidas. Existe o preconceito com os “sangue-ruins”, os “abortos”, pessoas divididas entre aceitá-los, escravizá-los, matar todos ou simplesmente tolera-los. É como se, em vez de raças e etnias, eles se dividissem em uma hierarquia pela árvore genealógica.

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  • A questão do tempo: os filmes fazem tudo parecer rápido demais. No início das aulas, Hermione não gostava nem de Harry nem do Rony, e eles até tiveram uma discussão sobre isso e demoraram semanas para se desculparem e virarem amigos. No filme isso é tão rápido que mal dá pra notar. E tudo é assim, no livro, as coisas acontecem com calma, detalhadamente e acabam se encaixando melhor.
  • A leitura é muito tranquila. Sério, se você não gosta de ler, essa é a série de livros perfeita. É quase um livro de criança, mas interessante como um suspense. Não há um momento chato ou tedioso, há sempre algo acontecendo, alguma coisa que parece prestes a acontecer, um mistério para resolver ou alguma maluquice que as crianças aprontam. Ah, meus níveis de ansiedade vão às alturas! É difícil parar de ler para dormir, ou fazer qualquer outra coisa.

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img_7415 Então, esses foram os motivos que até agora eu achei para convencer qualquer um a ler a série de livros de Harry Potter (e isso que acabei o segundo livro ontem). Até o fim da série, vários outros posts vão surgir por aqui sobre o assunto…

Beijos e até mais!

 

Viciada em cinema

Quem nunca chegou no cinema e percebeu que já tinha visto quase todos os filmes, não vai entender o que é amar sentar em uma daquelas cadeiras (que pelo menos pra mim é bem grande) e apreciar cada segundo de um filme qualquer, que talvez nem seja tão bom assim. Eu adoro fazer isso, e por mais que seja verão e Florianópolis esteja lotada, consegui ir alguas vezes.

1. Operação Big Hero

Um filme super fofo sobre um menino do tipo garoto-gênio-prodígio-dos-robôs, chamado Hiro Hamada. Ele com 13 já se formou na escola, e está viciado em lutas de robôs. Seu irmão mais velho, Tadashi, não concorda com a forma que o menino tem conseguido dinheiro (até porque era considerada ilegal), e assim cria um robô inflável para cuidar dele, o Baymax, ou Balãozão como a minha irmã o chama, e ainda consegue convence-lo a ir pra faculdade. Mas após sofrer uma grande perda, Hiro desiste de tudo, e após algum tempo analisando acontecimentos estranhos em sua cidade, ele junta seus amigos e o Baymax para salvar a cidade. Admito que chorei e ri bastante, mesmo o filmes sendo mais pra crianças.

2. Uma Noite No Museu 3 – O Segredo da Tumba

A história desse filme foi tão previsível que eu passei o filme todo com a sensação de já tê-lo visto.  O segurança do museu de Nova York, Larry Daley tem seus amigos que durante a noite ganham vida, e assim vai, aquela história de sempre. Porém, os animais e as estátuas estão perdendo controle sobre suas personalidades, quase que esquecendo que são artefatos de um museu. Isso ocorre porque a placa de ouro que controla toda a magia do local está sendo danificada, e só quem sabe como consertá-la é o faraó que fica no museu de Londres. E lá vão todos eles  para resolver o enigma da placa. Mas é claro que alguém tinha que atrapalhar tudo. Achei bem bobinho, porém dei umas risadas. O final do segurança com o macaquinho é bizarro e totalmente sem noção.

3. Êxodo

O filme conta a história de Moisés, e pra um filme mais religioso, achei bem legal. Moisés é aquele menino hebreu que foi largado no rio Nilo e achado pela irmã do faraó, criado por ela como um filho e quando cresce consegue libertar 400 mil hebreus escravos, pois recebe esta ordem e também conselhos de um deus. Achei bem emocionante, tem até um romance no meio, e me impressionei com a realidade com que a parte das pragas foi retratada, e com ela uma tentativa de explicação racional até mesmo engraçada.