3 Dias na Cidade dos meus Sonhos

Eu estaria mentindo se dissesse que não fiquei emocionada ao encontrar a Tour Eiffel pela primeira vez. Foi um susto. Avistei-a de dentro do ônibus e a emoção da cidade logo me contagiou. Paris é realmente um sonho. Cada esquina é linda e até os croissants parecem mais gostosos (mas não os com chocolate).

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Admito que as pessoas de Paris me pareceram peculiares. Todas muito arrumadas e estilosas. Porém, se você olhá-las com atenção, verá que parecerem não tomar banhos há dias. E se chegar mais perto… aí você terá certeza. Eu não culpo os parisienses. Assim como os hotéis, os restaurantes e o transporte, sei que os preços do aluguel e das contas de luz/água em Paris não são baixos. Na verdade, tudo é caro por lá. Mas há muitas opções para passeios 0800 (ou quase)! Por exemplo:

1. Tomar um vinho e comer uns queijos durante o pôr do sol no Rio Sena.

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Mas lembre-se de comprar o vinho e o queijo antes das 20h, pois os supermercados fecham cedo. No verão, o pôr do sol é bem tarde (quase 22h). Como vocês podem ver na foto, eu esqueci de passar no mercado.

2. Ver as luzes do Louvre durante a noite.

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3. Um piquenique em frente à Tour Eiffel.

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Depois de passar por todos os vendedores ambulantes (que vendem desde espumante até chaveirinhos) e desviar de todas as bitucas de cigarro, é possível sentar e observar a Torre. Eu fiquei um bom tempo assim. Só olhando. Ela é linda. Magnífica. ENORME. Cheia de detalhes. Impossível não sentir vontade de dançar Bonjour, Paris!

4. Olhar as lojas super caras da Champs-Élysées (se você não comprar nada, é de graça!)

Algumas lojas são tão lindas, que só olhá-las de fora já é um ótimo passeio!

5. Visitar a Sacré Cœur

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A vista lá de cima é incrível!

Mas, por favor, turistas, respeitem a área onde é proibido fotografar! As velhinhas que estão lá para rezar não perdoam, dão bronca em todos os turistas mal-educados. E é uma bronca em francês! 

Entrei no Louvre sem pagar!

Essa última dica só é válida para estudantes da União Europeia (o que eu era quando fui): o Louvre é free! Basta mostrar o seu visto de estudante. As obras de lá são lindas, mas o lugar é realmente enorme. Não tente ver tudo, você ficará exausto. Procure um mapinha e vá direto para as obras/temas que tiver interesse. Eu fiquei lá umas 3h e não vi 1/3 das coisas, apesar de ter ficado exausta.

 

“O corpo negro, de Géricault a Matisse”

Quando passei pelo Museu d’Orsay, onde estudantes também não pagam, estava acontecendo uma exposição com foco em modelos negros e como eram retratados pelos artistas de diversas épocas. Foi algo com que me deparei por acaso, mas acabou sendo muito mais interessante do que diversas obras que estavam por todo museu. Acredito que parte disso deve ser resultado da preocupação que tiveram em explicar todas as obras, contexto histórico, sua relevância, significados, histórias de vida dos modelos retratados, a relação que tinham com o artista, e nisso também incluiram vídeos, fotografias, etc. 

Caí de paraquedas em uma exposição maravilhosa. Mas podia ter me programado melhor para isso 😅 Fica anotado para uma próxima vez: pesquisar o que está acontecendo nos museus. Não tirei fotos da exposição. Algumas coisas ficam melhores quando guardadas na memória. Porém, se você quiser ver o que tinha por lá, just google it. 

Para quem não pode ir agora: 100 dias em Paris

Antes de chegar na França, li o livro 100 dias em Paris, da Tania Carvalho, e me apaixonei ainda mais pela cidade. Se você não pode simplesmente comprar uma passagem agora, leia-o e tenha um gostinho do que é a cidade, que vai muito além das atrações turísticas. Eu só tive 3 dias lá, então vesti minha camisa oficial de turista e caminhei por todas as ruas com a câmera no pescoço. Olhava pela janela do ônibus com aquela cara boba de encantamento. Tudo era tão incrível e emocionante! Também parava a cada 2 min para olhar algo (ou me certificar de que estava no caminho certo), o que sei que é muito chato (para quem não é turista também).

Um obrigada muito muito muito especial à Ana Paula, Patrícia e Mônica, que me acolheram e me acompanharam nessas dias incríveis 💕

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Madrid e seus prédios brancos

Madrid é a cidade que, se eu tivesse dinheiro, voltaria sem pensar duas vezes. Há uma magia em passear pela Gran Vía, com todas aquelas lojas modernas dentro de prédios antigos, brancos, lindos, enormes! É como passear por um filme antigo.

 

As praças eram repletas de pessoas fantasiadas (pedindo dinheiro depois das fotos, é claro), o que acabava com a minha ilusão de 1800. Porém, a cada esquina havia um músico tocando algo diferente, como se as ruas tivessem sua própria trilha sonora. O Parque de El Retiro era tão grande que cansei só de andar por ele (sem contar a pernada para chegar até lá), e estava repleto de crianças, famílias, turistas remando em barquinhos, rindo e sorrindo em um dia perfeitamente ensolarado (mas ainda assim, friozinho). 

 

Madrid ganhou meu coração no primeiro momento em que pisei fora da estação de metrô Callao, e apreciei a vista tomando um café no Starbucks. No dia seguinte, voltei lá para ver o sol se pôr entre os edifícios. Que cidade. 

Passei apenas pelo Museu Naval, onde havia uma exposição sobre a conexão entre a Espanha e alguns países asiáticos, com fotos, modelos de navios e pequenos tesouros (ou seriam roubos? Who knows?) daquela região. Mas essa viagem não era para conhecer museus. Era para conhecer a cidade, aproveitar a energia acumulada, caminhar por todos os cantos, comer em restaurantes típicos, (o que só aconteceu uma vez, pois não dá pra pagar 15 euros em todas as refeições) e ver também as ruas que não faziam parte do roteiro turístico. 

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A cidade me pegou de surpresa. Depois de tanto ouvir que gostaria mais de Barcelona, pois “é mais a minha cara”, acabei pesquisando menos sobre esse destino, planejando menos e acredito que justamente por isso gostei tanto. Voltei para Porto sonhando com Madrid e seus lindos prédios, palácios, praças e jardins.

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Fotos perdidas, histórias que jamais serão esquecidas.

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Passei o último final de semana acampando com a minha família e o meu namorado. Acabei deixando meu celular desligado quase o tempo todo. Usei-o apenas para tirar algumas fotos. Infelizmente, por um problema no meu computador, perdi a maioria delas. Mas tudo bem, as memórias continuam aqui e daqui não irão sumir (a menos que algum dia eu tenha alzheimer ou leve uma pancada bem forte da cabeça).
Outra coisa que não irá sumir tão cedo é a sensação de total tranquilidade que eu tive longe de tudo e todos. E ao voltar, a pressão voltou junto. A pressa, a sensação de estar desperdiçando tempo, a ansiedade por fazer algo que ainda não descobri o que é. A vontade é simplesmente sair correndo e gritar bem alto pra esvaziar qualquer sentimento ruim que eu tenha guardado aqui. Talvez não funcione, mas quem sabe um dia eu tente.
Foram 4 dias praticamente sem me olhar no espelho, totalmente sem maquiagem, sem perfume, roupas bonitas e acho que nunca me senti tão bem comigo mesma. É claro que logo que voltei já arrumei o cabelo e fiz minha maquiagem, mas continuei satisfeita comigo como nunca estive antes.
Acampar na beira da praia, dormir com o som do mar, e apenas observar as estrelas. Todo mundo deveria experimentar tal sensação algum dia. A natureza é a coisa mais simples e revitalizante que temos.
Adultos estressados, adolescentes procurando uma fuga e crianças diversão. Esqueçam os hotéis chiques, parque-aquáticos e e os de diversão. Escondam-se nas florestas, tomem banho de mar, e observem as estrelas. Somos tão pequenos pra se preocupar.

Avril Lavigne no Rio

Depois de um dia inteiro na praia, finalmente chegou a hora tão esperada! Só pra aumentar minha ansiedade, a fila pra entrar no show da Avril Lavigne estava GIGANTE. E o segurança avisando que íamos acabar entrando junto com a banda não ajudou muito. Mas tudo ficou perfeito quando a galera gritou e se esmagou pra chegar mais perto daquela pequena pessoa em cima do palco.
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Quando essa loirinha subiu no palco com orelhas de gatinho e uma saia com Hello Kitties, cantando Hello Kitty, eu ainda não acreditava que estava realmente ali. Mas depois de Girlfriend, comecei a perceber que aquilo estava mesmo acontecendo.
Ela saiu e voltou cantando Rock N’ Roll, e se a galera não tava tao animada antes, com certeza ficou!
Cantou Smile e logo após disse que nós, brasileiros, éramos a razão pela qual ela sorria, awn, que fofa. Continuou com I Always Get What I Want, tirou um pausa pra trocar de roupa e cantou Give You What You Like, When You’re Gone, Nobody’s Home, I’m With You, e acho que My Happy Ending, mas não tenho certeza a ordem certinha. Eu estava meio ocupada demais me esgoelando pra prestar atenção nisso.
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E na melhor parte do show ela apareceu assim, com chifres e toda de preto, awn ❤ Entrou cantando Bad Girl, e depois a melhor música de todos os tempos: He Wasn't, seguida de Sk8ter Boi, que está em segundo lugar na minha lista de melhores músicas.
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Depois disso ela saiu, e o público ficou pedindo “Complicated” e “Let Me Go”, até o momento de um tufo de cabelo amarelo reaparecer na bateria, tocando Song 2, e depois se apossou do microfone de novo pra finalizar lindamente com What The Hell e Complicated, que foi quando fotos dela antiga e atualmente, junto com alguns pedaços de seus clipes, começaram a aparecer no telão, e a menina do meu lado começou a chorar desesperadamente. Acredito que muita gente devia estar naquele estado também. Eu tava tão feliz que não consegui nem pensar em chorar, mas fiz isso logo depois que entrei no taxi pra voltar ao hotel.
Realizei um dos meus maiores sonhos, e aconselho a todos tentar fazer o mesmo. Ainda não acredito que realmente fui no show, por mais que a falta de memória do meu celular fique me lembrando disso o tempo todo. É bem difícil de explicar como eu me senti lá e como me sinto agora, mas é algo parecido com sonhar, realmente. Ah, se eu estou sonhando, por favor, que não me acordem nunca mais.

Adeus, Abril. Olá, Rio de Janeiro!

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Finalmente o mês que eu menos gosto acabou! E maio caiu do paraíso até mim trazendo junto Avril Lavigne e One Direction <3. E agora, cá estou, no Rio de Janeiro, pra ver o show daquela loirinha linda. Ou seja, nada de passeios de turista :/
É incrivel como quase tudo é pixado por aqui. Até nos canos de esgoto grudados ao lado das pontes, no alto das propagandas, lateral de viadutos, e outros lugares que eu não consigo imaginar como a tal pessoa chegou lá, mas ok. Capaz de ter alguma coisa até no teto dos túneis. Assim como em Floripa, a maioria é apenas rabiscos, enquanto outros são verdadeiras obras de arte. Mas a diferença em relação a quantidade é gritante.

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Parei de pensar nisso assim que cheguei na Barra da Tijuca, o lugar do nosso hotel, e fui recebida por esse leão super carismático e que combina totalmente com a decoração meio submarina do hotel. Quase todos os empregados se vestiam como marinheiros, era bem fofo.

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Infelizmente, só podíamos entrar nos quartos depois das 11hrs, e chegamos lá 10h, mais ou menos. O jeito foi trocar de roupa e dar uma caminhada pela praia. No caminho, uma moça me entrevistou por causa do meu cabelo rosa. Foi bem legal, mas na minha cabeça é um assunto tão normal que fiquei meio surpresa quando ela perguntou pra minha mãe o que ela, quando era mais nova, achava das pessoas que tinham cabelo colorido. E ela respondeu que pensava que eram todos meio doidos. Sou doida, então?

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Enquanto minha mãe e a Gi iam tomar um banho de mar, eu e meu pai capotamos na cama até as 15hrs. Uhul, super divertido. Matamos tempo em um dos quiosques que tem de 10 em 10 metros na praia e fomos pro shopping, na companhia de um taxista que com certeza lê muitas revistas de fofoca. Agora já sei dizer onde o Zeca Pagodinho mora, qual apartamento o Romário perdeu por não pagar condomínio e os prédios mais caros da região.
Chegando no shopping encaramos uma linda fila pra entrar na Forever 21. E juro que depois disso eu achei que ia começar a nevar no Rio, pela quantidade de casacos grossos. Preciso comentar que aguentei horas na fila pra pagar as minhas coisinhas? Uh, nunca vi tanta gente numa loja só. Ainda mais onde para cada peça bonita tem umas 7381263184 outras feias.

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Depois de me estressar legal, tive o prazer de sentar, tirar minhas sapatilhas e me deparar com calos enormes no meu pé. Mas esqueci totalmente isso depois que ouvi o som de um piano. E melhor ainda, era um lindo piano de calda preto no meio do shopping. Ah, eu tive certeza que estava no céu quando ele começou a tocar “Someone Like You”…
Agora, empanturrada de batata inglesa feita de ouro de tão cara, só me resta dormir.

13˚Dia: Universal Studios

Ah, que lugar maravilhoso! Não tínhamos muito tempo para fazer todos os brinquedos, mas nos divertimos muito!

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Hollywood Rip Ride Rockit:  podíamos escolher a música que íamos ouvir enquanto andávamos nessa montanha russa. Adorei isso! Mas achei que o caminho era meio desconfortável. O carrinho travava e tremia muito, até doeu meu pescoço. Saí com dor de cabeça, mas queria muito ir de novo. Na segunda vez, fui com meu pai no primeiro carrinho e não senti tanto isso. Talvez tenha sido apenas impressão minha, mas ele achou a mesma coisa.

Revenge of the mummy: mais uma montanha russa no escuro. Pra mim são as melhores! Nunca sei o que vai vir pela frente, e sempre acabo me divertindo mais. Essa realmente me impressionou, eu esperava mais um brinquedo bobo daqueles que conta histórinha e no final tenta assustar… Bem, ela começa assim, e de repente me vi numa sala escura em uma montanha russa totalmente diferente. Dá pra sentir o calor do fogo chegando perto do rosto, haha, e o cheiro ruim do corpo das múmias. Eca, eca.

Twister… Ride it Out: esse foi o brinquedo mais idiota que eu vi em todos os parques. É uma demonstração de como as pessoas se sentem durante um furacão, mas é muito ridículo! Colocam até uma vaca voando. Cade sentido nisso? Não gostei. Perda de tempo. Não teria me arrependido de pular esse brinquedo e ir em outros mais legais. É muito sem noção.

The Blues Brothers Show: o show acontecia no meio da rua e era realmente muito legal! Os cantores estavam com cara de cansados, mas faziam uma dublagem perfeita! Quando eles cantaram “Soul Man” lembrei de Drake & Josh, quando eles se apresentam com essa música, haha.

Terminator 2: não sei se foi o cansaço, o sono ou sei la, mas eu, a Gi e a minha mãe dormimos a apresentação inteira! Era bem feito, os atores mesmo pareciam os personagens originais de O Exterminador do Futuro 2, mas era muito chato. Foi um belo momento de descanso, meus pés agradeceram.

Man In Black: Alien Attack: Muito divertido! Atiramos em todos os monstros possíveis enquanto o carrinho girava de um lado pro outro e no final vimos a pontuação. Eu ganhei do meu pai! Mas só porque alguns monstros precisavam de vários tiros para serem mortos, e meu pai não sabia disso.

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TRANSFORMERS: THE RIDE: sensacional! Tudo era muito real, parecia que eu estava dentro do filme mesmo! Me senti como se estivesse controlando um transformer de verdade. Simplesmente incrível. Meu pai ficou mais maravilhado que eu, haha.

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Fiquei muito, mas muito triste mesmo por não ter ido no Despicable Me Minion Mayhem, uma apresentação 3-D de Meu Malvado Favorito. Parecia ser tão legal… Mas a chuva nos impediu de ir em vários outros brinquedos. Não entendo porque eles fazem isso. Os brinquedos deveriam funcionar mesmo quando está chovendo. Revoltante.

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Entrar no Hard Rock Cafe foi um sonho pra mim. Saí tirando foto de tuuudo. Me apaixonei por aquele lugar. O serviço tá de parabéns também, foi o melhor restaurante em que comemos e não foi caro como achávamos que seria. A decoração era ma-ra-vi-lho-sa. Tinham fotos, roupas e outros objetos de artistas famosos em todas as paredes. Era muito lindo. Jantaria lá todos os dias, se pudesse.

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Termino este post mostrando o lindo carro que girava bem no meio do Hard Rock Cafe. Apaixonei. Porém acharia mais legal se fosse vermelho.

Até mais!

12˚ Dia: Animal Kingdom

Estou pulando o 11˚ dia pois foi um dia de “descanso”, quando fazemos de tudo, menos descansar. Sem muito blá, blá, bla, vamos ao que realmente interessa.

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Achei tudo muito lindo! Muito fofo destacarem o elefante, é meu animal selvagem preferido, haha.

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Essa era a Árvore da Vida, o símbolo do parque. É simplesmente magnífica. Nela estão esculpidos todos os tipos de animais que dá pra imaginar. Eu queira ficar olhando cada detalhe de cada galho, era tudo muito perfeito.

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A região das crianças, cheia de brinquedos bobinhos, com exceção da pequena montanha russa Primeval Whirl, que é muito divertida. Tem um percurso totalmente diferente do normal! Bem rápido, girávamos dentro do carrinho enquanto íamos pra cima e pra baixo.

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 Expedition Everest: já imaginou uma montanha russa que do nada cai para trás?? É incrível! Uma das melhores de todos os parques. Não sabíamos o que aconteceria, por isso levamos um belo susto. Se a minha mãe tivesse noção disso jamais teria ido, hahaha. Ela saiu com o coração na boca! Eu e a Gi queríamos muito ir de novo, mas a fila estava enorme.

Kali River Rapids: aah, esse brinquedo molha muuuito, mas nós tivemos sorte! Havia quatro meninas junto conosco, e todas elas estavam super arrumadas… Coitadas, foram as que mais se molharam! O caminho era curto, mas tinha uma queda enorme que formava uma onda gigantesca! É a melhor parte. Rimos muito o trajeto inteiro. O dia estava tão quente que ninguém se importou com a água gelada.

Dinosaur: simula uma viagem ao passado para capturar um dinossauro “domesticado”, haha. Senti como se estivesse numa missão de verdade, e até me assustei. Mas tirando isso, achei meio bobinho. Os dinossauros eram muito bem feitos, praticamente reais.

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No meio do parque aconteciam uns shows muito legais! Esse cara aí tocava muuuuito bem. Depois o vocalista (o de camisa laranja ali atrás) desceu do palco e começou a cantar e dançar junto com toda a plateia. Muita gente parou pra olhar e até a Gi dançou. Em outro lugar duas mulheres dançavam ao som de música indiana, me senti no meio de Caminho das Índias, hahaha. Coitadas, elas estavam pingando de suor! Mas não tiravam o sorriso do rosto.

O resto do parque tinha apenas algumas apresentações que só quem falava inglês entendia. Tinham também animais. Vários animais.

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Achei muito engraçado esse hipopótamo boiando, hahaha. São animais que parecem ser tão tranquilos… Sempre tão lerdos.

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Essas toupeiras carecas fizeram o meu dia! Todas ficavam amontoadas no mesmo lugar e se mexiam muito rápido o tempo todo! Eram bem feias, mas eu ri muito do comportamento delas.

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Achei esse lugar muito lindo. Pena que o vidro estava sujo, então a foto não ficou muito boa.

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Comparando o tamanho de um gorila ao lado da Gigi.

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Esse elefante simpático não parava de se mexer! Não consegui tirar nenhuma foto boa. Tinha um filhote escondido entre as árvores que era a coisa mais fofa desse mundo!

O parque era grande, mas não tão cansativo. Fizemos tudo o que queríamos, vimos um pouco de cada canto e ainda fomos cedo pra casa. Demos graças a Deus por não ser tão quente. Já que era todo cheio de árvores, não ficávamos expostos ao sol escaldante daquela tarde.

Achei realmente lindo, mas minha expectativa era maior quanto aos brinquedos. Eu adorei tudo, mas esperava sentir algo mais especial. Esse não foi meu parque preferido. Mesmo assim, crianças tipo a Gi, que amam animais, saíam de lá querendo levar todos pra casa, haha.

E assim foi nosso dia, até!