Viciada em cinema

Quem nunca chegou no cinema e percebeu que já tinha visto quase todos os filmes, não vai entender o que é amar sentar em uma daquelas cadeiras (que pelo menos pra mim é bem grande) e apreciar cada segundo de um filme qualquer, que talvez nem seja tão bom assim. Eu adoro fazer isso, e por mais que seja verão e Florianópolis esteja lotada, consegui ir alguas vezes.

1. Operação Big Hero

Um filme super fofo sobre um menino do tipo garoto-gênio-prodígio-dos-robôs, chamado Hiro Hamada. Ele com 13 já se formou na escola, e está viciado em lutas de robôs. Seu irmão mais velho, Tadashi, não concorda com a forma que o menino tem conseguido dinheiro (até porque era considerada ilegal), e assim cria um robô inflável para cuidar dele, o Baymax, ou Balãozão como a minha irmã o chama, e ainda consegue convence-lo a ir pra faculdade. Mas após sofrer uma grande perda, Hiro desiste de tudo, e após algum tempo analisando acontecimentos estranhos em sua cidade, ele junta seus amigos e o Baymax para salvar a cidade. Admito que chorei e ri bastante, mesmo o filmes sendo mais pra crianças.

2. Uma Noite No Museu 3 – O Segredo da Tumba

A história desse filme foi tão previsível que eu passei o filme todo com a sensação de já tê-lo visto.  O segurança do museu de Nova York, Larry Daley tem seus amigos que durante a noite ganham vida, e assim vai, aquela história de sempre. Porém, os animais e as estátuas estão perdendo controle sobre suas personalidades, quase que esquecendo que são artefatos de um museu. Isso ocorre porque a placa de ouro que controla toda a magia do local está sendo danificada, e só quem sabe como consertá-la é o faraó que fica no museu de Londres. E lá vão todos eles  para resolver o enigma da placa. Mas é claro que alguém tinha que atrapalhar tudo. Achei bem bobinho, porém dei umas risadas. O final do segurança com o macaquinho é bizarro e totalmente sem noção.

3. Êxodo

O filme conta a história de Moisés, e pra um filme mais religioso, achei bem legal. Moisés é aquele menino hebreu que foi largado no rio Nilo e achado pela irmã do faraó, criado por ela como um filho e quando cresce consegue libertar 400 mil hebreus escravos, pois recebe esta ordem e também conselhos de um deus. Achei bem emocionante, tem até um romance no meio, e me impressionei com a realidade com que a parte das pragas foi retratada, e com ela uma tentativa de explicação racional até mesmo engraçada.

 

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2 comentários sobre “Viciada em cinema

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