She never saw herself as a west coaster

As fotos de hoje tem um clima de outono que eu adoro, apesar de estarmos no inverno já. O frio por aqui não durou muito mais que umas poucas semanas.
As modelos da vez são:Amanda Vieira e Yris Padilla, que já apareceram por aqui,  com seus namorados, Daniel e Raul.
Adorei fotografar casais, o resultado fica tão adorável.
Espero que vocês gostem!

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Since 1972

Ensaio todo cheio de Adidas, para os amantes da marca.

Modelo: Amanda Vieira

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Espero que gostem! Beijos!

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Over there I swear I saw them cameras flash 

Deixamos o calor do sol nos invadir.

Modelo: Yris Padilla

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Filme: Não é mais um final feliz

d6b31ddacdef2d38e8eaec036c91474cJane Lochart (Karen Gillian) é uma adorável e solitária escritora. Seu manuscrito, quase uma biografia, daqueles que faz todo mundo chorar, é recusado por quase todas as editoras. Uma pequena, administrada pelo lindo Tom Duval (Stanley Weber), resolve aceitar, apesar de Tom achar o livro extremamente mal escrito. Os dois vivem uma amizade linda durante o período de revisão, mas quando o livro é finalmente publicado, os dois começam a se odiar.

Jane se torna um sucesso, ganha prêmios e reconhecimento e seu livro ganha o título de best-seller. Nisso, ela começa a ter um relacionamento com um escritor, Willie – apesar de todos odiarem o cara, e também reencontra seu pai. Toda essa felicidade faz com que a menina fique bloqueada, não conseguindo acabar o seu segundo livro. Todos os problemas dela acabaram e, com isso, acabou a criatividade também.

Tom inventa um plano pra tirá-la desse bloqueio, mas não de uma forma muito legal. tumblr_mtt9zhkl161rv3a9bo1_500Enquanto isso, Jane vive tendo visões e conversas com seu personagem ficcional, como se sua protagonista realmente existisse, e ela é com certeza a melhor personagem do filme. Extremamente descolada, destemida, bem diferente de sua autora.

Além da história ser bem bonitinha,  perfeita para a tarde de domingo, as imagens também lindas. O estilo de Jane é maravilhoso,  bem vintage e antiguinho. Seu apartamento é lindamente decorado, mas parece que todas as locações combinam, e ao mesmo tempo fazem Jane se destacar. Na verdade, só parei para assistir esse filme porque as cores dele eram muito lindas.

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Se eu pudesse fazer um filme – digo, dirigir, produzir, escrever o roteiro e tudo mais – ficaria bem parecido com “Não é mais um final feliz”, apesar de o título ser horroroso. Espero que vocês curtam também, e me contem depois 😉

Até a próxima!

 

 

 

You don’t know nothing, just pretend you do

Daquelas meninas de olhar
Sem toque, sem romance
Não quebra o silêncio porque curte um drama
Mas quebra a cara quando ama
Um mistério
Mulher.

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Aquele momento que o livro tem cheiro de novo na biblioteca.

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Modelo: Mariana Passuello

Se você chegou até aqui, um beijo!

Até a próxima.

6 on 6: Maio

6 on 6 já vem atrasado de novo… Mas pelo menos, dessa vez, eu não esqueci! Apresento a vocês o Leo, irmão mais novo do meu namorado e também o neném mais fofo e sorridente que eu já vi!

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Tem como não amar esse sorriso?

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Uma fotinho do por do sol só pra finalizar o post, como sempre.

Livro: À Procura de Audrey

Audrey é uma menina que sofreu bullying na escola, o que resultou em uma depressão e ataques de pânico. E isso é tudo que sabemos. Ela em momento algum conta exatamente o que aconteceu naqueles dias em que desenvolveu seus problemas de ansiedade. Ela não consegue revisitar aqueles pensamentos para contar a nós, leitores. O livro é sobre como ela conseguiu melhorar.

 Sempre com óculos escuros, só sai de casa para ir ao psicólogo. Adora ver programas de vendas na televisão (tipo aqueles canais da Polishop, sabe?), porque diz que eles não têm fortes emoções. Sua mãe passa por uma fase de problemas com o filho mais velho, que, de acordo com ela, está viciado em video games. Dessa forma, Audrey saiu dos holofotes da família, e consegue começar a sentir falta de conversar e ter contato com outras pessoas. Ela está de saco cheio da própria doença. Quer se livrar dela o mais rápido possível, mas sabe que não é fácil assim. 

 Nesse momento surge Linus, um amigo de seu irmão, também amante de video games. Ele aparece um dia na casa da família e esbarra com Audrey pelo corredor. Ela entra em pânico, não esperava encontrar um estranho. O menino nem sabia da situação dela e da dificuldade que tinha em fazer contato. Apenas achava engraçado que ela usava óculos escuros dentro de casa. Dias depois, quando voltou para jogar com Frank, ele manda um recadinho para Audrey via Felix, o irmão de 4 anos dela. E assim ela começa a se comunicar com ele, lentamente aprendendo a controlar (ou não descontrolar) sua ansiedade, até que os dois se apaixonam.

   O amor por si só ja é um sentimento conflituoso. Na cabeça de uma menina de 14 anos que sofre com depressão, imagina a confusão que nao deve ser! Linus e Audrey viveram um amor lento, por etapas. Começaram com bilhetes, depois conversas, pequenas, no escuro da sala de TV onde passava as vendas da polishop, até o engraçado, e necessário, “toque de pé” e, enfim, um namoro. Linus foi crucial no progresso de Audrey. Ele a desafiava a melhorar, mas sem pressioná-la. Sem pressa. Ele foi lentamente aprendendo a agir perto dela, enquanto ela aprendia a agir perto de qualquer pessoa que não fosse do seu círculo familiar. É um amor lindo de ver, sincero. 

 Para quem nunca sofreu com ansiedade parece até tosco dar tamanha importância para pequenos atos, como ser capaz de olhar nos olhos dos outros, fazer um pedido à garçonete ou apenas ir até o Starbucks. Mas para Audrey é um progresso enorme, que exige muito esforço. Ela se descreve como fisicamente cansada. Eu sou totalmente leiga nesse assunto, nunca passei por nada parecido, e enquanto lia, ficava muito feliz com cada vez que ela conseguia fazer algo diferente. Cada vez que ela dava um passo a frente para sair daquela prisão que era a sua própria mente.  

 Diversos dramas acontecem durante as 334 páginas. Parte delas é narrada por Audrey e  outra parte é escrita como um roteiro de documentário, que é a “tarefa de casa” dela: gravar um pouco dos seus dias e depois mostrar à Dra. Sarah. Nem tudo gira em torno da menina, muita coisa acontece com seus irmãos mais novos (na verdade, essas são as partes mais engraçadas). É uma leitura leve, mas que abre os olhos para a dimensão de uma depressão e uma síndrome do pânico. Não é uma gripezinha que passa em uma semana. 

 Como o bullying, e tudo que se relaciona a ele, está em alta nos últimos dias, principalmente com a série 13 Reasons Why, eu super recomendo esse livro a todos. Comparando com a série, ele vai para um lado totalmente contrário, sem se aprofundar no que acontecia com ela enquanto sofria na escola, focando totalmente na busca pelo entendimento de seu problema. E isso mantendo um estilo de escrita simples, dinâmico e que me prendeu demais. Eu não consegui parar de ler durante dois dias inteiros! Até que eu acabei, é claro. 

 Eu espero realmente que essa resenha incite alguém a ler e tentar entender o mundo de Audrey, que representa diversas adolescentes no mundo todo. Bullying não pode ser uma prática banalizada e considerada “normal” ou “coisa de adolescente”. Os antigos alegam que na época deles isso tudo já existia e ninguém ligava. Realmente, sempre existiu. Mas agora ele ganhou uma dimensão ainda maior. A vítima chega em casa e a ameaça não acaba. É virtual, presencial, 24 horas por dia. E o público que vê tudo isso acontecendo é muito maior, imensurável. Não dá mais pra ignorar e sobreviver até a formatura, muitos adolescentes não estão mais aguentando. E eles não são os “errados” da história. Somos todos nós, os expectadores que se calam e os provocadores de problemas. 

Reflitam sobre seus comportamentos, galera!

Um beijo, e até a próxima.