Lívia: 1 ano

O 1º aniversário dessa princesa está chegando! E eu tive a oportunidade de tirar umas fotos para registrar o fim dessa linda fase de bebezinha da Lívia. Espero que vocês gostem delas tanto quanto eu.IMG_7859.jpgIMG_8154.jpgIMG_7875 cópia.jpgimg_7846-copiaIMG_7823.jpgimg_7874-copiaimg_7809img_7839-copiaimg_7848melancia-pro-lado-copiaimg_7841img_7790IMG_7793.jpg

6 on 6: Fevereiro

O tema desse mês era cores, em homenagem ao carnaval que vem por aí. Posso dizer que curti bastante essa experiência de procurar cores nos lugares em que eu ia pra poder fotografar e colocar aqui.

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Um picolé de uva para adoçar a vida

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Por do sol no morro da Barra da Lagoa

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As havaianas do meu namorado

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Joaquina: local perigoso

Espero que gostem!

Beijos e até a próxima!

5 Motivos para você ler Harry Potter:

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Eu comecei recentemente a ler os livros de Harry Potter e já sinto que posso dizer: não há comparação. Os filmes foram muito bem feitos, mas os livros são um milhão de vezes melhores, apesar do esforço que todos os envolvidos tiveram em transformar a história escrita em longas de uma forma fiel. E aqui vão alguns motivos para você dar um jeito de ler os livros (com certeza algum amigo(a)/conhecido tem, ou tente as bibliotecas):img_7427

  • Detalhes: Milhares de detalhes se perdem no meio do filme ou acabam sendo esquecidos e fazem falta no enredo. Alguns momentos, principalmente no primeiro filme, perderam o seu real sentido por causa de algumas cenas que foram cortadas anteriormente a esse fato. Por exemplo: no primeiro filme não há o momento em que Hermione decifra o desafio de Snape para chegarem até a pedra filosofal, ou seja, parece que Snape não estava realmente protegendo-a.

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  • Personalidade das personagens: apesar de os filmes explorarem bastante esse quesito, alguns acabaram se tornando estereótipos ou apenas sutis. Gina aparece bem de leve nos filmes, enquanto no livro o jeito estranho que age perto de Harry fica muito explícito e óbvio. Snape no livro claramente trata Harry e seus amigos de forma diferente dos alunos na Sonserina, e no filme só parece que ele odeia todo mundo. Além de a maioria dos personagens são explorados de todas as formas, não apenas os principais. Basicamente os coadjuvantes são tão detalhados quanto.
  • Há críticas, metáforas e referências à história mundial o tempo todo, mas elas ficam escondidas. Existe o preconceito com os “sangue-ruins”, os “abortos”, pessoas divididas entre aceitá-los, escravizá-los, matar todos ou simplesmente tolera-los. É como se, em vez de raças e etnias, eles se dividissem em uma hierarquia pela árvore genealógica.

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  • A questão do tempo: os filmes fazem tudo parecer rápido demais. No início das aulas, Hermione não gostava nem de Harry nem do Rony, e eles até tiveram uma discussão sobre isso e demoraram semanas para se desculparem e virarem amigos. No filme isso é tão rápido que mal dá pra notar. E tudo é assim, no livro, as coisas acontecem com calma, detalhadamente e acabam se encaixando melhor.
  • A leitura é muito tranquila. Sério, se você não gosta de ler, essa é a série de livros perfeita. É quase um livro de criança, mas interessante como um suspense. Não há um momento chato ou tedioso, há sempre algo acontecendo, alguma coisa que parece prestes a acontecer, um mistério para resolver ou alguma maluquice que as crianças aprontam. Ah, meus níveis de ansiedade vão às alturas! É difícil parar de ler para dormir, ou fazer qualquer outra coisa.

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img_7415 Então, esses foram os motivos que até agora eu achei para convencer qualquer um a ler a série de livros de Harry Potter (e isso que acabei o segundo livro ontem). Até o fim da série, vários outros posts vão surgir por aqui sobre o assunto…

Beijos e até mais!

 

Livro: E se for você?

img_7331Cal é o típico garoto que foi excluído de tudo na escola e chegou na faculdade sem saber exatamente o que queria, apenas curtindo a atenção que antes não recebia. Até o dia em que uma cópia perfeita de sua paixão infantil reaparece, agindo de um forma totalmente diferente e alegando ser outra pessoa. Eles se apaixonam, é claro.

Nicole era aquela clássica menina arrumadinha, super protegida pela mãe, que brincava com as crianças da rua, mas quando cresceu ficou popular no colégio e esqueceu de todos eles. Por trás de toda essa máscara de garota perfeita, ela esconde um segredo extremamente triste. Isso a faz passar a maior parte do tempo quieta, apenas concordando com o que acontece ao seu redor. Cal sempre foi apaixonado por ela, mas sua melhor amiga, Richelle, era louca por ele, então a paixão já era impossível desde o berço. Tudo piorou quando Richelle foi embora para Califórnia sem dar explicações aos amigos, e apenas Nicole era convidada a visitá-la. Foi depois desse acontecimento que Nicole parou de falar com Cal e Rae (uma amiga da rua também, melhor amiga de Cal).

Nyelle é o oposto de Nicole. Tirando a aparência física, ela é totalmente diferente. Extrovertida, vive desarrumada, com um casacão pro frio, vários porcarias no bolso, anda sem celular e sem rumo, topa qualquer aventura, sobe em árvores, bebe, enfim, é meio imprevisível. Cal resolve conhecer essa menina, fingindo não notar sua semelhança com Nicole. Mas os dois se apaixonam, ao mesmo tempo que os pais de Nicole descobrem que ela não estava em Harvard (faculdade na qual dizia estudar) e havia desaparecido. É nesse momento que tudo começa a fazer sentido (é aqui que eu paro de dar spoilers).

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Curti as cores a organização do livro. É confuso de explicar, as passagens parecem bagunçadas, mas no fim, funciona.  O final é bem intrigante e triste. Os capítulos são narrados pelo Cal, mas em alguns momentos Richelle e Nicole narram memórias de sua infância, tanto antes quanto depois da súbita viagem. É um pouco confuso, mas é isso que torna a história interessante. É dessa forma também que entendi a importância de Richelle em todo o contexto. Entre memórias de criança e os acontecimentos com Nyelle, cria-se um suspense, até uma certa melancolia. Fiquei presa ao livro querendo saber quem diabos era Nyelle, se ela era Nicole, e por que teria mudado assim de repente, por que Richelle foi embora sem se despedir e assim vai… São diversos questionamentos respondidos ao longo do livro, em pequenos pedacinhos de informação.

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Foi um dos poucos que consegui ler durante 2016, tirando os obrigatórios para o vestibular, então posso dizer que, apesar de traduzido no estilo best-seller, é muito interessante. Fui obrigada a parar e refletir um pouco, e acho que todo mundo é meio como a Nicole. Todos temos vontade de ser outra pessoa, de fugir da zona de conforto em alguns momentos, e também existe aquele pedaço da personalidade que cada um tem e ninguém mais conhece. Nem todos, porém, passam pelos distúrbios de personalidade e pelo pressionamento dos pais como ela. Apesar de existirem pais que querem mudar completamente seus filhos, isso não é a realidade de todo mundo. E não deveria ser pra ninguém…

Já estou viajando aqui, haha.

Beijão!

 

 

 

Meu Ano de Vestibular

Inicialmente digo que vou sentir falta de cada momento bom que tive esse ano. Comparados aos momentos de estresse e obrigações, foram poucos. Mas, nesse caso, os fins justificam os meios.

Escrevo esse texto em uma madrugada, três dias antes da prova que eu estudei o ano todo para fazer, e mesmo assim escuto que não será o suficiente, justamente das pessoas que mais deveriam me apoiar nesse momento. A verdade é que está todo mundo de saco cheio, e eu sei que só escuto isso porque não mostro que estou surtando. Quero parecer bem, feliz, confiante; por mais que em diversos momentos eu não me sinta assim. E não digo isso porque penso que deveria ter estudado mais, ou me organizado melhor. Na verdade, acho que não importa o quanto eu estudasse, sentiria e ouviria as mesmas coisas agora.

Foi o pior ano da minha vida até agora. Não levem a mal, mas eu sempre fui de fazer apenas o que gostava. Estudava porque gostava, fazia aulas de piano, ballet, handbol, natação, violão, canto, teatro, jazz, musculação, pilates, yoga, nado sincronizado… E esse ano parei tudo. Meus dias pareciam vazios. Por mais que estudasse, no fim, se me perguntassem: “o que você fez hoje?” eu diria “estudei”. Eu amava minha vida cheia de aulas pelas quais eu era apaixonada. Esse ano tive que me contentar apenas com as de português, literatura, história e geografia. Mas em 2017, tudo volta ao normal. Na verdade um novo normal, no qual eu estudo jornalismo e tenho aulas interessantes durante a semana toda.

Criei uma raiva por química, física e matemática. Tenho certa facilidade, mas não gosto desse sistema mecânico e tão simples. Pode parecer difícil para muitos, mas é apenas uma questão de aprender um caminho de raciocínio e executa-lo repetidas vezes até ser capaz de “entender”. Eu gosto de aprender sobre o passado, os detalhes da vida de quem foi importante. A ideia de ser lembrado me fascina, e para os vestibulandos, muitos desses gênios apenas nos remetem às fórmulas. Odeio fórmulas. Mesmo assim, é a parte das exatas que mais entendo.

Esse sistema de ensino não faz muito sentido, todo mundo já sabe. O que importa agora é que deu certo. Vou finalmente aprender o que eu quero. E eu sempre soube o que queria. Estudar jornalismo foi uma escolha que eu fiz quando tinha poucos anos de idade, era o meu sonho infantil. A máquina de escrever, as câmeras fotográficas, as passagens de avião, de shows, os microfones de telejornais, de rádio, as frases feitas, as novidades, a arte de se comunicar com os outros sempre me atraiu, por mais que eu não fosse (e ainda não sou) a pessoa mais habilidosa para puxar  conversas. De certa forma gosto de me expor apenas em partes, manter um universo em que só quem eu deixo pode entrar (a minha cabeça apenas alguns podem tentar entender).  Eu sou curiosa, na verdade, pelo mundo dos outros.

Isso foi um desabafo. O que eu gostaria de poder dizer para todos os que ainda farão vestibular é: façam da forma que entenderem dar certo para vocês, mas deem o seu melhor em cada segundo. Já dizia minha mãe: preguiçoso trabalha duas vezes. Podem acreditar, se você quer passar para um curso de média-alta concorrência, esse não vai ser o melhor ano da sua vida. Mas isso não quer dizer que será ruim. E por último: ignorem os seus pais quando for necessário. Se eles lhe disserem para estudar mais, repense se deve ou não, e se lhe disserem para estudar menos, repense também. Eles já fizeram o vestibular deles, mas nem sempre são corretos ao julgarem como você faz o seu. O ano é seu; você faz o que quiser, porém não se engane jamais.

Finalmente completei essa jornada longa e exaustiva de ensino obrigatório. Só resta a saudade. Agora, vamos ao que ME interessa! 🙂

Filme: Moana – Um Mar de Aventuras

Moana é a futura chefe de uma tribo em uma ilha onde ninguém tem o costume de entrar no mar. Porém, ele a escolheu para realizar uma missão muito maior: salvar a natureza da destruição total. Sua vó, a “maluca da tribo”, acaba revelando que, na verdade, seus antepassados eram navegadores, mas após o semideus Maui roubar o coração de Te Fiti (deusa que criou a vida) o mar se tornou um lugar perigoso e repleto de monstros e tudo que era vivo passou a virar cinzas. Essa destruição lentamente chegava a ilha que Moana teria de liderar. Com a pedra que representa o coração em suas mãos, ela embarca, mesmo sem saber navegar, em busca do semideus, acreditando que ele deve devolve-la à deusa.

Maui é extremamente narcisista e tem um visão bem diferente do que fez. Ele adora ser venerado como um herói pelos humanos, por isso topa entrar na viagem, com a condição de recuperar o seu anzol, um presente que recebeu dos deuses e lhe dava o poder de se transformar em outros animais. Sua real função no filme é ensinar a garota a navegar. Por ter muito medo de fracassar, diversas vezes ele acaba desistindo e tentando fugir, mas “o mar” simplesmente não o deixa. A incrível determinação da garota a todo momento tem de relembrá-lo: a missão deve ser concluída.

E como na maioria dos filmes, temos aquele personagem que só existe para fazer todo mundo rir. Em Moana, esse é o frango Heihei, meio cabeça oca e maluco, que sem querer entrou no veleiro e foi junto. Ele não come, não se comunica, nada. Só anda de um lado pro outro, sem rumo, e engole pedras quase do seu próprio tamanho. Mas é o suficiente, você vai rir.

Juntos, Maui e Moana passam por diversas situações engraçadas e perigosas, além de terem sérios problemas para confiarem um no outro.Ele subestima a capacidade da menina de enfrentar seus medos, de ser persistente e corajosa. Como é pequena, aos olhos do semideus ela não seria capaz de enfrentar alguns inimigos, como um exército de piratas, um caranguejo gigantesco e o monstro de lava Te Ka. E ela o surpreende em todos os pontos por ser capaz de obter sucesso superando todos os obstáculos. No fim, eles se tornam amigos.

Adorei o astral do filme e saí dele querendo mais do que tudo ir à praia, pena que o cinema fica tão longe do mar… Ah, as músicas também são muito legais, já estou baixando algumas aqui. Beijos!

6 on 6 – Janeiro

Como estou de férias e vivo em uma ilha, eu não faço muito além de ir à praia, sempre que dá, ou ficar em casa porque está muito calor na rua. Meu primeiro 6 on 6, então, não poderia fugir disso. O fato de uma amiga da minha mãe ter uma filha muito linda que adora aparecer em fotos foi irresistível, tive que fotografar.

 

• 1 – Foto tirada na Lagoa da Conceição, dentro do barco do meu pai, usando uma GoPro Hero 3.

• 2 – Por do Sol em Ibiraquera, quando disseram que havia uma super lua, que pra mim, na verdade, foi apenas uma lua cheia bem grande.

• 3 – Mais um por do sol, dessa vez no Campeche.

Não deixem de conferir o post das outras meninas que estão participando desse projeto comigo :JúliaEduardaSchaianeCarlaBarbara.

Beijão!